Os sistemas que rodam as infra-estruturas computacionais dos serviços básicos, mundialmente, não são seguros como deveriam ser, revelou estudo da Secure Computing, realizado pela IDC, na segunda-feira (10/11).
O levantamento envolveu 199 engenheiros de rede e administradores de nove indústrias essenciais globalmente - como água, energia, óleo e gás -, dos Estados Unidos, Canadá e Europa.
Mais de metade das empresas que participaram da pesquisa afirmam já terem sido vítimas de algum tipo de incidente online, vazamento de dados ou ataque originado na própria empresa. Além disso, 14% das empresas acham que algo parecido acontecerá em 2009.
Cerca de três quartos dos funcionários destas empresas estão insatisfeitos com a pouca preparação de suas próprias indústrias, sentindo-se “incomodados, bravos ou frustrados” com a situação de segurança da infra-estrutura.
Segundo o diretor de soluções para infra-estrutura da Secure Computing, Elan Winkler, as indústrias financeiras, de energia e telecomunicações são as mais preparadas.
Winkler afirma que o maior impedimento para a implementação de segurança é o seu custo.
O levantamento envolveu 199 engenheiros de rede e administradores de nove indústrias essenciais globalmente - como água, energia, óleo e gás -, dos Estados Unidos, Canadá e Europa.
Mais de metade das empresas que participaram da pesquisa afirmam já terem sido vítimas de algum tipo de incidente online, vazamento de dados ou ataque originado na própria empresa. Além disso, 14% das empresas acham que algo parecido acontecerá em 2009.
Cerca de três quartos dos funcionários destas empresas estão insatisfeitos com a pouca preparação de suas próprias indústrias, sentindo-se “incomodados, bravos ou frustrados” com a situação de segurança da infra-estrutura.
Segundo o diretor de soluções para infra-estrutura da Secure Computing, Elan Winkler, as indústrias financeiras, de energia e telecomunicações são as mais preparadas.
Winkler afirma que o maior impedimento para a implementação de segurança é o seu custo.
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