O Google pode estar prestes a cortar mais de 10 mil funcionários, informou o WebGuild, serviço de informações do Vale do Silício, citando fontes anônimas internas da empresa, nesta segunda-feira (24/11).
De acordo com um blog da CNET, o Google confirmou a redução de pessoal terceirizado, nesta segunda-feira, mas não detalhou o número de pessoas. O post nota que a notícia da demissão foi publicada inicialmente em outubro pelo San Mercury News, citando o co-fundador da empresa Sergey Brin sobre o número de 10 mil pessoas.
A notícia do WebGuild afirma que, segundo as fontes internas, "centenas" de funcionários têm deixado a empresa nos últimos meses - e que uma brecha jurídica permitiu que o Google ficasse em silêncio a respeito dos cortes. A diferença, segundo a nota, ocorre porque o Google classifica cerca de 10 mil de seus colaboradores como "despesas operacionais temporárias", o que significa que estas posições não são oficiais e podem ser eliminadas sem notificação pública ao mercado.
O Google contabiliza oficialmente mais de 20 mil funcionários contratados. Especula-se que as 10 mil posições "temporárias" levam ao total de 30 mil colaboradores da empresa.
"O Google conta com centenas de advogados para descobrir meios de não ser pego", sugere a presidente do WebGuild, Daya Baran. "Uma delas é mover os funcionários de cargo, no espaço de alguns meses, para que o status permaneça temporário", ela diz.
A receita e o lucro do Google cresceram no terceiro trimestre, o que tem sido uma raridade entre as empresas do Vale do Silício, neste período, mas pode ser um forte indicador de que a notícia dos cortes não tem mérito. Ainda assim, se alguém estiver buscando sinais de uma redução de custos para que a empresa mantenha-se lucrativa, os cortes podem fazer sentido.
De acordo com um blog da CNET, o Google confirmou a redução de pessoal terceirizado, nesta segunda-feira, mas não detalhou o número de pessoas. O post nota que a notícia da demissão foi publicada inicialmente em outubro pelo San Mercury News, citando o co-fundador da empresa Sergey Brin sobre o número de 10 mil pessoas.
A notícia do WebGuild afirma que, segundo as fontes internas, "centenas" de funcionários têm deixado a empresa nos últimos meses - e que uma brecha jurídica permitiu que o Google ficasse em silêncio a respeito dos cortes. A diferença, segundo a nota, ocorre porque o Google classifica cerca de 10 mil de seus colaboradores como "despesas operacionais temporárias", o que significa que estas posições não são oficiais e podem ser eliminadas sem notificação pública ao mercado.
O Google contabiliza oficialmente mais de 20 mil funcionários contratados. Especula-se que as 10 mil posições "temporárias" levam ao total de 30 mil colaboradores da empresa.
"O Google conta com centenas de advogados para descobrir meios de não ser pego", sugere a presidente do WebGuild, Daya Baran. "Uma delas é mover os funcionários de cargo, no espaço de alguns meses, para que o status permaneça temporário", ela diz.
A receita e o lucro do Google cresceram no terceiro trimestre, o que tem sido uma raridade entre as empresas do Vale do Silício, neste período, mas pode ser um forte indicador de que a notícia dos cortes não tem mérito. Ainda assim, se alguém estiver buscando sinais de uma redução de custos para que a empresa mantenha-se lucrativa, os cortes podem fazer sentido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário