O Facebook não está morrendo de fome e não é obcecado pela valorização de 15 bilhões de dólares que o investimento da Microsoft deu à rede social no ano passado, disse o Chief Executive Officer (CEO) Mark Zuckerberg na quinta-feira (06/11) durante o evento Web 2.0 Summit, em São Francisco (EUA).
Os negócios do Facebook estão fluindo muito bem, gerando um fluxo de caixa saudável de vendas diretas a grandes marcas e de pequenos anunciantes que compram espaços no site, disse Zuckerberg durante a conferência Web 2.0 Summit.
Segundo o CEO, “centenas de milhões de dólares” de receita anual permitem que a empresa desse foco no crescimento da base de usuários mundial, este ano, para cerca de 125 milhões de usuários, sem ter a geração de lucro como sua principal prioridade.
Estudiosos da indústria sugeriram que, dado seu rápido crescimento, o Facebook pode sofrer um problema financeiro que afetaria suas operações e levaria a rede a buscar mais patrocínio, mas Zuckerberg dispensou estas idéias.
Por outro lado, a valorização de 15 bilhões de dólares não dita estratégias. "Não nos sentimos pressionados para viver em função deste valor", disse o CEO.
Zuckerberg também não se preocupa que a Microsoft se arrependerá do investimento de 240 milhões de dólares em uma parte da rede social, que também inclui parcerias para anúncios e buscas. "Eles têm sido ótimos parceiros", diz.
Quanto à abertura da rede social, Zuckerberg afirma que o processo é gradual. No ano passado, o Facebook lançou uma plataforma de desenvolvimento de aplicativos, e continuou com o Facebook Connect, iniciativa de portabilidade de dados.
Ao ser questionado sobre a não-participação no OpenSocial, o CEO garante que não há nenhuma atitude de rivalidade contra o Google, criador do conjunto de APIs (do inglês application programming interfaces). Zuckerberg diz avaliar o OpenSocial, mas afirma considerar a plataforma inferior à própria.
Este ano, o Facebook abriu boa parte de sua plataforma a terceiro. Para Zuckerberg, o mercado ainda deve esperar para ver qual destes esforços se tornará um padrão da indústria.
Na avaliação do CEO, ainda há muitas questões envolvendo privacidade e segurança em redes sociais que precisam ser solucionadas antes que a interoperabilidade seja disseminada, e o Facebook não quer comprometer a habilidade de seus usuários no controle de seus dados. "Muitos destes problemas serão resolvidos com o tempo, mas não os considero triviais”, comentou Zuckerberg.
Os negócios do Facebook estão fluindo muito bem, gerando um fluxo de caixa saudável de vendas diretas a grandes marcas e de pequenos anunciantes que compram espaços no site, disse Zuckerberg durante a conferência Web 2.0 Summit.
Segundo o CEO, “centenas de milhões de dólares” de receita anual permitem que a empresa desse foco no crescimento da base de usuários mundial, este ano, para cerca de 125 milhões de usuários, sem ter a geração de lucro como sua principal prioridade.
Estudiosos da indústria sugeriram que, dado seu rápido crescimento, o Facebook pode sofrer um problema financeiro que afetaria suas operações e levaria a rede a buscar mais patrocínio, mas Zuckerberg dispensou estas idéias.
Por outro lado, a valorização de 15 bilhões de dólares não dita estratégias. "Não nos sentimos pressionados para viver em função deste valor", disse o CEO.
Zuckerberg também não se preocupa que a Microsoft se arrependerá do investimento de 240 milhões de dólares em uma parte da rede social, que também inclui parcerias para anúncios e buscas. "Eles têm sido ótimos parceiros", diz.
Quanto à abertura da rede social, Zuckerberg afirma que o processo é gradual. No ano passado, o Facebook lançou uma plataforma de desenvolvimento de aplicativos, e continuou com o Facebook Connect, iniciativa de portabilidade de dados.
Ao ser questionado sobre a não-participação no OpenSocial, o CEO garante que não há nenhuma atitude de rivalidade contra o Google, criador do conjunto de APIs (do inglês application programming interfaces). Zuckerberg diz avaliar o OpenSocial, mas afirma considerar a plataforma inferior à própria.
Este ano, o Facebook abriu boa parte de sua plataforma a terceiro. Para Zuckerberg, o mercado ainda deve esperar para ver qual destes esforços se tornará um padrão da indústria.
Na avaliação do CEO, ainda há muitas questões envolvendo privacidade e segurança em redes sociais que precisam ser solucionadas antes que a interoperabilidade seja disseminada, e o Facebook não quer comprometer a habilidade de seus usuários no controle de seus dados. "Muitos destes problemas serão resolvidos com o tempo, mas não os considero triviais”, comentou Zuckerberg.
Nenhum comentário:
Postar um comentário