As negociações para a compra da Sanyo pela Panasonic empacaram, afirma uma reportagem do jornal The Wall Street Journal. O motivo está no fato do Goldman Sachs, um dos maiores acionistas da Sanyo, ter encerrado as conversas para vender sua parte na empresa.
No início do mês, executivos das duas empresas iniciaram uma série de encontros para realizar o acordo, que envolve três acionistas principais: o Sumitomo Mitsui, o Daiwa Securities e o Goldman Sachs. A expectativa era concluir o negócio até o final deste ano.
Segundo o WSJ, a Panasonic teria oferecido aos acionistas 120 ienes, ou 1,25 dólar, por ação aos três acionistas, que, juntos, possuem 70% dos papéis da Sanyo. O valor é bem abaixo do atual valor de mercado da companhia, cujas ações estavam valendo 150 ienes ao final do pregão de ontem da bolsa de valores de Tókio.
Ainda de acordo com a publicação, a recusa por parte do Goldman Sachs em vender sua participação foi motivada por uma primeira oferta feita pela Panasonic considerada baixa por analistas de mercado.
No início do mês, executivos das duas empresas iniciaram uma série de encontros para realizar o acordo, que envolve três acionistas principais: o Sumitomo Mitsui, o Daiwa Securities e o Goldman Sachs. A expectativa era concluir o negócio até o final deste ano.
Segundo o WSJ, a Panasonic teria oferecido aos acionistas 120 ienes, ou 1,25 dólar, por ação aos três acionistas, que, juntos, possuem 70% dos papéis da Sanyo. O valor é bem abaixo do atual valor de mercado da companhia, cujas ações estavam valendo 150 ienes ao final do pregão de ontem da bolsa de valores de Tókio.
Ainda de acordo com a publicação, a recusa por parte do Goldman Sachs em vender sua participação foi motivada por uma primeira oferta feita pela Panasonic considerada baixa por analistas de mercado.
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